Soneto do Divino Encanto

Em todo o meu ser se afigura
Com uma linguagem terna e espanto
Delicioso rubor, e no entanto
Um frio repentino se aurora

Foi sobre o teu corpo que se aflora
Em meu pensar que algo se soube
Depois de longa espera, só me coube
Amar-te como o destino quisera

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