Rosa do Deserto

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Quando a última gota de vinho foi saboreada, às vinte e três horas e quarenta e dois minutos, a campainha tocou repentinamente.
O som alto quebrou o silencio angustiante que naquela hora imperava, e a alma do rapaz sentado com os olhos fitados no horizonte avistando a janela, quase saltou de susto.

Não era costume a visita de alguém naquele horário. Assim, Augusto não fazia a menor noção de quem poderia lhe incomodar naquele momento, já exausto pelo fim do dia, após intenso trabalho.

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