Pesadelos

 

pesadelo

Passando pela vértebra o frio atônito,
Que o medo da solidão lhe sopra,
E um rompante gosto de fel e sangue
Numa imagem que jamais se cumpra.

Era pesadelo inscrito em suor,
Agonia latente em cada pálpebra.
A cama, com pregos afiados
E a casa toda em penumbra.

A cena de terror me fez pulsar
O coração pouco acostumado a emoções
Mas quando o paralisado corpo desperta…

Só nota a presença dos trovões
Infiltrando-se em minha alma, deserta…
…Incrédula, ao nada, a vagar.

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