Do Tempo de Agora

Austero, cretino, amargo!
Distoa da projeção
Que um dia eu fiz
Puro encargo!

Esgotado e pálido
Do que devia ser.
Não foi bom aprendiz
Não aproveitou o tempo feliz
Que eu lhe dei.

Seu vestido preto rodopiou pela sala
E a profunda cicatriz
Que ele cobria
Não fora notada.
Não fora notada.
Não fora notada!

Fora projetada
Fora protelada
Enganada.

Mas, ainda se terá!
Aquele moço resplandescente.
Eu o chamarei de presente.
Livres das chagas de outrora
Das caixas de Pandora…
Dessa confusão polivalente.

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