Em Meios Termos

Mantinha o sorriso.
Que de tudo, era o que mais brilhava.
Fazia da oportunidade sua alegria
E quando a tristeza aparecia,
Solucionava.

Na multidão, que mal tem ficar ali quieta.
O tilintar da chuva no telhado
É o som mais lindo que ela ouviu
Nestes últimos dias.

Nada de conversas.
Anônimas, desinteressantes ou desinteressadas.

Ainda que gritem aqueles sujeitos maiores
A aparência de interesse até se externa
Porém, o gosto morno por aquilo tudo que segue
Dá-lhe aparência pálida
E pouco moderna.

Faz-se noite,
E como toda noite…segue o caminho,
Com expectativas descumpridas.
Com sonhos ainda estranhos.
Com as verdades metade paridas.
Só.

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