Inocência

Disse-me um inseto
Hoje, bem de perto
Que queria também ser humano

Encheu-se de orgulho,
Correu sem fazer barulho.
Que perigoso aquele sonho!

Logo mais a frente
Topou-se com uma gente
Sem coração.

Foi confuso!
“- Meu bem, um intruso!
Venenoso e Perverso!”

Foi essa a desculpa
Livre de culpa
Pela morte de um inocente

Que queria ser gente
Mas não sabia da maldade
Que existe na mente.

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