Soneto do Divino Encanto

Em todo o meu ser se afigura
Com uma linguagem terna e espanto
Delicioso rubor, e no entanto
Um frio repentino se aurora

Foi sobre o teu corpo que se aflora
Em meu pensar que algo se soube
Depois de longa espera, só me coube
Amar-te como o destino quisera

Porém, nunca eu sonhei ou pude supor
Que tornaria minha vida tão maravilhosa
Em divino encanto, meu anjo de amor!

E mesmo dormindo, na noite dengosa
Ainda te vejo, inspirando um sonho maior
Na fantasia que faz poesia do que era prosa.

Encanto

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2 comentários sobre “Soneto do Divino Encanto

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